Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

Bonaparte - Príncipe e Mito.

Um pequeno resumo sobre a vida de Napoleão Bonaparte, aquele que foi considerado um dos maiores reis que jda Europa.


Estava quase no fim da Revolução Francesa. O povo francês estava passando pelo inferno para decidir o que fariam dali a diante. De um lado, a burguesia com suas idéias capitalistas e republicanas. De outro, os jacobinos, formados por monarquistas e revolucionários radicais. E no centro ficavam os centristas (entenderam o trocadilho?). Precisavam mais do que nunca de uma reforma na monarquia, e assim, reestabelecer a república da França independente e poderosa. A França vivia o inferno, mas o resto da Europa estava muito bem, obrigado. A Inglaterra só ria em suas infinitas vitórias marítimas, Portugal era muito bem governado (por enquanto) por Maria Louca, a Espanha estava numa boa pagando impostos para a Inglaterra e assim todos eram felizes.
Enquanto isso, na ilha da Córsega, três meses antes de ser dominada pela França, nascia um garoto. E foi esse garoto que - definitivamente - chegou pra causar.
Filho de pequenos membros da Nobreza da ilha de Córsega, Bonaparte nasceu sem saber falar uma sequer palavra em francês. Ele não sabia falar ainda.
Levado pela influência de seu país, assim que foi conquistado pela França, Napoleão passou a odiar de coração tudo que estava relacionado á França, inclusive a própria França. Logo quando estava lá pelos seus dez anos, jurou um dia derrubar a França.
Seu pai, querendo mudar isso, o mandou ainda pequeno para estudar na politécniva francesa, conhecida também por escola militar da França. Lá se destacou por suas boas notas e por sua dedicação ao estudo. Mas ninguém sabia que tudo aquilo que estudava era para usar algum dia contra a França.
O Tempo foi passando e tendo estudado tanto sobre aquele país, sentiu a alma mudar jovialmente, e, antes o que odiava de coração a nação francesa, agora amava com toda a sua alma.
Assim que saiu da escola, Napoleão foi para o exército. Se destacou lutando contra a Grã-Betanha e Irlanda do Norte. Á essa altura, já sonhava em um dia elevar a França ao maior nível possível, para assim derrotar a sua grande inimiga, a Inglaterra.
Depois de exatamente cinco anos servindo ao exército, Napoleão se tornou Coronel. E de coronel, logo passou a ocupar o trono de príncipe.
Suas tarefas como príncipe foram sem dúvida as melhores: se tornou querido pelo povo e exatamente o que a sociedade francesa estava precisando para reerguer a França.
A opinião pública foi mobilizada pelos apoiadores de Napoleão, que levou à aprovação para a implantação definitiva do governo do Império. 60% dos votos eram a favor da era napoleônica.
Não deu outra: A Sociedade francesa não pensou duas vezes e logo mandou chamar o papa para a coroação.
Nesse mesmo período, Napoleão se casou com Josefina de Beauharnais, a famosa Jojo.
Durante a cerimônia de coroação de Napoleão e sua esposa, quando o papa Pio VII iria pôr a coroa sobre a cabeça do novo rei, Bonaparte tomou a coroa das mãos do papa e coroou a si mesmo. Logo depois, tomou a coroa de Josefina das mãos do papa mais uma vez e coroou ele mesmo á sua esposa.
Durante todo o reinado, Napoleão conquistou grande territorio da Europa, chegando quase a conquistar até lugares inóspitos da Rússica européia. E durante isso, fez inúmeras tentativas de derrotar a Inglaterra, todas fracassadas. E, no desespero de acabar de uma vez com a nação inglesa, Napoleão decretou o Bloqueio Continental, o que você provavelmente já deve saber o que é. Napoleão, se achando o tal, decretou que nenhuma nação amiga da França poderia comercializar com a Inglaterra. Portugal não gostou nada disso, é claro, tanto que quando foram tentar contestar, Napoleão perseguiou-os, fazendo Maria Louca e sua família irem embora para o Brasil, em 1808. A Rússia muito menos gostou do bloqueio, mas Napoleão sempre dava um jeito de persuação, se a violência não adiantasse.
Bonaparte era baixinho (apenas 1,50), mas isso jamais impediu que a Rússia temesse seu poder. E imediatamente aceitou a proposta pelo rei da França. Um tempo depois mudou de idéia e voltou a comercializar com a Inglaterra. Napoleão, vendo que tinham quebrado a proposta do bloqueio, preparou uma expedição até Moscou, para derrotar a nação russa.
Isso, é claro, não deu certo. O exército de Napoleão foi derrotado, e na volta para casa, a sociedade francesa perdeu a confiança no rei e imediatamente pediu a renpuncia de Bonaparte.
Depois desse episódio negro, Napoleão foi finalmente preso e exilado pelos britânicos na ilha de Santa Helena, onde contava para o povo de lá sobre suas façanhas como rei.
Em 5 de Maio de 1821 Napoleão foi morto, envenenado por Arsênio.

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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

No auge do cinema independente.

Nesse delicioso filme de John Carney, o romantismo nas telas ganha espaço com uma produção realística, que põe o amor no centro.



Hoje é muito comum ver filmes independentes serem alvo de fama e de crítica. Bom, ontem eu fui ver Apenas uma vez (Once), que não é diferente dessa linha, e consegue até ser melhor.
Na verdade, os verdadeiros protagonistas dessa obra simples são as canções, que - cada uma mais linda que a outra - tomam a cena do filme inteiro. Mas isso não quer dizer que seja um filme ruin, muito pelo contrário, é uma daquelas obras deliciosas de se ver e que dá pra se apaixonar.
O filme é bem simples, os atores não usam maquiagem, não são como os estereótipos bonitos de hollywood (e isso não quer dizer que não sejam bonitos), a simplicidade do longa é tão aparente que os protagonistas principais nem nome tem.
É uma história de amor, no estilo inglês, embora seja irlandês, e por assim vai a vida.
Ele é um solteirão pobre que trabalha para o pai, e que ganha a vida tocando musicas com um violão esburacado pelas ruas de uma cidade de elite.
Ela é uma florista igualmente necessitada saiu da República Tcheca para tentar a vida na Irlanda, deixando o marido e levando a filha consigo.
Quando os dois se encontram por acaso do destino, inicia-se uma importante amizade, e os dois decidem unir seus talentos com música para compor canções sobre seus amores passados. E se você pretende ver os dois se apaixonando no filme, pode esquecer. O longa nem beijos possui, ema forma bem simplória de demonstrar o amor.
Mas você deve estar se perguntando agora: se é um filme de romance, onde está esse tal romance se os protagonistas não se apaixonam?
Creio que a resposta é: Nas grandes e maravilhosas músicas, que, como falei acima, são os grandes responsáveis por esse filme. Desse modo, o diretor e roteirista John Carney transpôs toda a história nas letras das canções, que mostram de um jeito "pop" qual o verdadeiro gancho do filme.
Aparentemente simpático, o filme pode conquistar alguns, mas pode tirar caras feias de outros. Enfim, é um filme pra quem gosta de músicas, músicas românticas, que apresentam o filme com suas letras simplesmente sensacionais.
Apesar do carisma e da dedicação dos atores, o longa acabou de uma forma enganchado na linha de dramalhões, com um enredo dramático frouxo.
Como a música de plano de fundo, numa produção independente, não podia faltar no filme; realidade. Tão real! Talvez seja aí o grande podre do filme. Na tentativa de recriar ao máximo a realidade, ele mostra que na Irlanda, de 10 palavras pronunciadas pelas pessoas, 8 são palavrões. Isso pode causar desconforto ás vezes, ainda mais se for totalmente desnecessário, como nesse caso. Pra quê?
O roteiro é simplesmente sensacional, simples e objetivo. As interpretações também estão divinas, com revelações bastante boas, como as de Markéta Irglová. Muito bom pra quem quer relaxar, e também pra quem quer dar um descanso das superproduções cinematográficas que vem cada vez mais tomando conta das telonas. Vale a pena, e como!

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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

O lado maluco da literatura infantil.

Absurdo transformado em obra de arte, uma pitada de humor negro e uma bonita lição de vida: esta aí a receita para um conto delicioso do aclamado Philip Ardagh.


Durante toda a minha vida, de todos os livros infantis (bons) que eu já li eu não me lembro qual foi a última vez em que li uma história tão divertida igual á essa.
É a primeira vez que leio algo de Philip Ardagh, e mesmo assim já foi o suficiente para descobri-lo um excelente escritor, esmagando verdadeiros gênios de literatura infantil, como Lemony Snicket, Lewis Carrol, Mark Twain e outros. Fim Medonho conta a história de Eddie Dickens, um pequeno herói sensato, de 11 anos, que, quando os pais descobrem ser portadores de uma terrível doença rara e contagiosa, decidem mandar o filho para viver com os excentricos tios em Fim Medonho. A partir daí, muitas confusões se desenrolam durante a viagem até a cidade dos tios.
Com esse enredo de aventuras malucas e absurdas, o tchan do livro fica no carisma com que o autor narra a história, usando um bom-humor de fazer pessoas chorarem de rir.
Ao contrário de verdadeiras lástimas da literatura humorísticas/absurdas como Discworld e O Mochileiro das Galáxias, Philip Ardagh não abandonou o compromisso com a realidade. Pode ser ver raras cenas de pensamentos fantasiosos, mas nada passa de apenas perfis dos personagens.
Além de tudo isso, a obra ainda ensina uma importante lição de vida para as crianças: a de que jamais devemos pensar apenas em nós mesmos, que devemos estar sempre ajudando o próximo independente de qualquer coisa.
Mas, como em toda obra infantil que se preze, seria um amalucado de que não tivesse ao menos um ponto fraco na história. Em algumas cenas, as motivaçõespolíticas ficaram implícitas no texto, o que pode deixar as crianças confusas ao tentarem entender. Mas, na maioria das vezes, são as verdadeiras citações políticas que estimulam um autor a compor um livro, e isso não deixa de ser ruin, mas se for no caso de Philip Ardagh, sim, ele consegue camuflar esse estereótipo.
É literatura para toda a família, em textos leves e de fácil compreensão, principalmente para as crianças, que irão amar, do começo ao fim (que não é medonho!).

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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Cinematográfico e só.

Apesar de exuberante e elegante, 10,000 a.C. não conseguiu convencer totalmente. Deixando a desejar de uma trama que poderia ter sido mais bem explorada.




Ontem eu fui ao cinema assistir 10,000 a.C., desiludido e triste, por não poder ver o filme que eu tanto queria assistir: Na natureza selvagem, de Sean Penn. Só tinha sessão ás 21h e eu não podia esperar esse tempo todo.


Mas mesmo assim, fui confiante ver ao filme. Afinal, é uma superprodução cheia de efeitos visuais de primeira então deve ser garantia de diversão infinita na certa! Mas, ao começar o filme, logo no começo já fui detectando uma fraqueza natural no longa. E, ao desenrolar da história, fui percebendo que a obra não é lá aquele espetáculo que andam dizendo por aí, mas um blockbuster mal feito, cheio de erros históricos e desfeitos mal-resolvidos. Na verdade, eu gostei mais da pipoca do que do filme inteiro \o/.


A história se passa em um período pré-histórico, há 10.000 a.C. (não, juraaa????), em uma aldeia situada mais ou menos no norte da África antiga. Lá é o lar do jovem caçador de mamutes D´Leh, que tem a missão de guiar um grupo de guerreiros para ir em resgate do resto de sua tribo, que foi raptada por sequestradores egípcios. Dentre os raptados, está a sua amada, a jovem Evolet, que, segundo a profecia do povo, pode ser a salvação para sua aldeia. Durante a viagem, D´Leh dá de cara com uma outra comunidade isolada no deserto, que também foi atacada pelos sequestradores. Assim, decidem se unir e formar um exército para lutar contra os babilônicos egípcios.


Pelo contexto, dá até pra se enganar; mas nesse filme, o diretor Roland Emmerich, o mesmo de outras super-produções como Independency Day e O Dia depois de amanhã, consegue encher os olhos do telespectador, mas não consegue convencer totalmente.


Tal como em O Dia depois de amanhã, o diretor parece não se preocupar muito com a verossimilhança cientifica (nem, neste caso, histórica). Pois, mesmo com a reprodução bem-feita de alguns cenários, o jogo de cenas que quase me deixou tonto, pode confundir, como a em que, em uma cena, o grupo guiado por D´Leh está andando por um deserto montanhoso coberto de gelo, e, de repente, dá de cara com uma enorme floresta bem no meio do deserto, e, na cena seguinte, o grupo já aparece sem nenhuma proteção contra o frio, livres, leves e soltos. Ou então a confusão genealógica que quase me deixaram tonto, em uma história que se inicia na pré-história e pula quase 3.000 anos até a construção do antigo egito, com artefatos e construções que ainda não existiam na época!


O roteiro é fraco: tudo acontece muito rápido, os diálogos são compostos na maioria por tiradas indecifráveis que eu só consegui entender ao final do filme.


Além de tudo isso, o longa é rico em efeitos especiais, com uma direção de arte simplismente magnífica. Eles conseguiram reproduzir bem as criaturas pré-históricas que viviam na devida época, como os mamutes e os tigres-dente-de-sabre.


Individualmente, a história principal fala do amor, que pode conseguir ultrapassar qualquer outro sentimento humano, como a coragem, que é muito bem atiçada na trama: Os homens são mais machos que qualquer outra coisa, e a batalha no fim mostra que são tão fortes que são capazes de derrubar uma construção inteira. Particulamente, a coragem impressiona ás vezes (já sei qual será o tema de meu próximo livro).


Acima de tudo, o filme é divertido. Garante boas cenas de ação e efeitos, tanto visuais como sonoros, de primeira. Mas, em matéria de qualidade, não pode ser considerado como um dos melhores, o que prova mais uma vez que espetáculos cinematográficos e cultura nem sempre combinam.
A perfomance dos atores também não é nenhum espetáculo. Alguns deixam realmente a desejar, sendo que outros quase chegaram a ser regulares. Acho que o que se salvou lá foi a narração de (adivinhem de quem?) Ian McKelly. Pelo amor de Deus, gente, ele não é o único ator na face da terra, vamos ser um pouco mais originais né!


O filme realmente deixou a desejar muito do diretor Roland Emmerich, que nunca foi lá essas coisas em termo de superproduções. O tema explorado é bem interessante e poderia ter sido mais bem feito, sem todas conffusões de linha do tempo.


NÃO COMPRE DVDs PIRATAS.




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A Cidade da Lagosta (66).


Sem nada pra fazer, eu preciso atualizar meu blog ou então ele acaba criando teias de aranha. E, ainda por cima, adoro aprender sobre países da América do norte e da Europa e o Canadá é simplismente demais.
Charlottetown, é a capital de uma das 10 províncias do Canadá, A chamada Ilha de Prince Edwart.
A cidade se localiza no sul da ilha, e assim, como a província, é a menor cidade do Canadá, tanto em tamanho (44,33 km²), quanto em população: 32,000 pessoas segundo o censo de 2001. o.O
É conhecida no país como "The Birthplace of Confederation", por ter a conferencia de Charlottetown sendo a primeira cidade canadense a participar da Confederação internacional de antigas colônias.
Em 1764, o capitão Samuel Holland recebeu a tarefa de inspecionar do novo mundo colonizadas pela Inglaterra. Ele sugeriu que a região onde se encontra a cidade de Charlottetown fosse escolhida para sediar uma das primeiras cidades da ilha e a nomeou Charlotte Town (primeiramente separado) em homenagem a rainha Charlotte, esposa de George III da Inglaterra.
Um ano depois a cidade foi designada a ser capital da província.
A agricultura cresceu por volta de 1900 fazendo aumentar a população consideravelmente (porém ainda pequena). Hoje, esta tranqüila cidade com ruas arborizadas é conhecida pelo “Lobster Carnival” (“Festival da Lagosta”) que ocorre no mês de julho.

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